quinta-feira, 31 de maio de 2012

SOBRE SEQUENCIA DIDÁTICA

SEQUÊNCIA DIDÁTICA O QUE É? 1. Apresentação da proposta 2. Partir do conhecimento prévio dos alunos 3. Contato inicial com o gênero textual em estudo 4. Produção do texto inicial5. Ampliação do repertório 6. Organização e sistematização do conhecimento: estudo detalhado dos elementos do gênero, suas situações de produção e circulação. 7.Produção coletiva 8.8. Produção individual 9.9.Revisão e reescrita.

terça-feira, 29 de maio de 2012

2ª Oficina: Gênero Memórias Literárias

O QUE A VIDA TEM A NOS OFERECER Texto memória de Jussara O presente trabalho tem por objetivo entrelaçar as memorias de infância de uma educadora de uma escola pública da cidade de Terra Nova do Norte. Abri o armário dos anos e busquei, em cada prateleira, os planos não concretizados. Alguns amores não resolvidos saltaram da quina da gaveta. Novamente o amargo das lágrimas subiu pela garganta. Fiz um nó bem bolado com cada um deles, abri um saco plástico de cem litros e joguei dentro, bem ao fundo. Foi quando meu braço esbarrou na caixa de lembranças. Infância, parentes, valores e descobertas se confundiram com adolescência. Em meio a amigos de escola, desaparecidos pelo traço da vida, momentos de desencontro comigo mesma desfilaram pelas sombras de versos amassados desprezados no auge dos hormônios. Destilando imagens, filtrei poucas gravuras, rasguei algumas paisagens e ateei fogo nos rostos indefinidos. Mais um tanto pro saco de cem litros. Avistei os cabides com meus dias positivos e de glória, meus desejos irreais personificados perpetuando no espaço de um imenso rolo compressor de histórias, lembranças de uma infância contraditória, sofrida contada em meio a lágrimas e sorrisos, marcada pela saudade. Hoje, a maioria não me é mais necessária. Outros tantos valores escolhi e me esqueci de abrir espaço nessa caixa. Outros nós e mais calor das labaredas a consumir o que conquistei. Tornado pó, engolido pelos trilhos da vida. Prateleiras de vidro vazias. Armei fogueira com meu conhecimento das artes, literatura, cinema, esporte e tudo o mais que com orgulho organizei e adquiri; nela vomitei a bílis de minhas noites longas em um colchão duro e minhas solitárias manhãs no caminho de casa até a escola, com meu caderno no saco plástico de arroz andava, andava entre a mata fechada. Minha mente ferveu ao lembrar como eu era tímida agressiva e solitária. Não querendo demonstrar fragilidade a ninguém muito menos ao professor Pedro. Vista e viva, a magenta toma toda a forma de minha mente: restou-me somente o verbo amar. Sons, odores, sabores e cores. Banhei-me na lembrança da plantação de café que eu ajudava meus pais desde muito cedo, dos orgasmos escondidos, por não ter tempo de brincar e me distrair, pois não tinha nem um tipo de brinquedo somente as bonecas de milho quando eu pegava escondido, porque não podia desperdiçar era dali que saia o pão para por a mesa e eu muito menina, mas já sabia disso. Então aspirei todo o ar aparente, bati as portas do armário da minha vida ao lembrar-se de quando deslizava as costas e sentava no chão a espera ansiosa de ouvir o programa da radio Nacional o programa de Edelso Mora e Marcia Ferreira, pois isso era a única diversão que eu tinha, ficava atenta até a última palavra do programa. Então foi assim toda minha infância pobre sem compartilhar com ninguém meus sentimentos. E ao trancar o armário de minhas lembranças esqueci a chave da memória dentro, então no meu dia dia ao ver alguém muito retraído me recordo o quanto eu era só. ANDRESA CARVALHO DA SILVA

quinta-feira, 24 de maio de 2012

ATIVIDADE HIPERLINK

Técnicas de Preparação de Material de Alfabetização Codificações, palavras geradoras, cartazes com as famílias fonêmicas, quadros ou fichas de descoberta e material complementar estão presentes na sua pedagogia. Na pedagogia de Paulo Freire há uma equipe de profissionais e elementos da comunidade que se vai alfabetizar, para preparação do material, obedecendo os seguintes passos: a. levantar o pensamento-linguagem a partir da realidade concreta; b. elaborar codificações específicas para cada comunidade, a fim de perceber aquela realidade e, c. dessa realidade destaca-se e escolhe as palavras geradoras. Todo material trabalhado é síntese das visões de mundo educadores/educando. No método de Paulo Freire, a palavra geradora era subtraída do universo vivencial do alfabetizando. Em Paulo Freire a educação é conscientização. É reflexão rigorosa e conjunta sobre a realidade em que se vive, de onde surgirá o projeto de ação. A palavra geradora era pesquisada com os alunos. Assim, para o camponês, as palavras geradoras poderiam ser enxada, terra, colheita, etc.; para o operário poderia ser tijolo, cimento, obra, etc.; para o mecânico poderiam ser outras e assim por diante. Aluna: Andresa Carvalho da Silva

MAPA CONCEITUAL TEXTO UNIDADE II TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO

sexta-feira, 18 de maio de 2012

PROJETO EM DESENVOLVIMENTO COM OS ALUNOS DO 6º ANO ESCOLA ESTADUAL LUCAS AUXÍLIO TONIAZZO TRABALHAMOS COM A PEDAGOGIA DA AUTERNÂNCIA COM O PROJETO "EDUCAMPO" 1- Introdução A leitura de vários textos poéticos é fundamental para que os alunos observem a estrutura e as características de um poema, ampliando assim o seu repertório, levando os na biblioteca laboratório de informática, para que assim os mesmos se sintam intusiasmado com o projeto. Objetivos: Conhecer as características de um poema. Criar um poema e ilustrar. Escrever poemas compartilhar com a classe. 2- Desenvolvimento Leitura dos poemas Após a leitura e compreensão do poema os alunos devem criar um poema referente a um assunto que os mesmos tenham afinidade ou sugerido pela professora. Feita a revisão os alunos digitam o texto e ilustram na sala de informática. Depois dos poemas digitados irei postar no blog. 3- Considerações finais Por se tratar de um gênero gostoso e cheio de ritmo, percebe-se que os alunos gostara muito de realizar estas atividades. Também porque eles falaram de algo que os acompanha diariamente.
A IMPORTANCIA DO POEMA PARA O PROFESSOR Deus costuma usar a solidão Para nos ensinar sobre a convivência. Às vezes, usa a raiva para que possamos Compreender o infinito valor da paz. Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono. Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos. Às vezes usa o cansaço, para que possamos Compreender o valor do despertar. Outras vezes usa a doença, quando quer Nos mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar a andar sobre a água. Às vezes, usa a terra, para que possamos Compreender o valor do ar. Outras vezes usa a morte, quando quer Nos mostrar a importância da vida. Paulo Coelho